Jordelson Carvalho
Para refletir!
É melhor atirar-se à luta em busca de dias melhores, mesmo correndo o risco de perder tudo, do que permanecer estático, como os pobres de espírito, que não lutam, mas também não vencem, que não conhecem a dor da derrota, nem a glória de ressurgir dos escombros. Esses pobres de espírito, ao final de sua jornada na Terra não agradecem a Deus por terem vivido, mas desculpam-se perante Ele, por terem apenas passado pela vida...
SEJAM BEM-VINDOS
SEJAM BEM-VINDOS
terça-feira, 5 de outubro de 2010
sexta-feira, 24 de setembro de 2010
quarta-feira, 22 de setembro de 2010
Acadêmicos de História da UESPI de Campo Maior, realizam "UESPI-Criança
Qualquer pessoa pode participar e ajudar no projeto que já está na sua terceira edição. Será um dia inteiro de atividades e distribuição de lanches e presentes para crianças carentes de Campo Maior.
Este, é projeto idealizado e organizado pelos acadêmicos da Universidade Estadual do Piauí- Campus Heróis do Jenipapo em Campo Maior, no qual por ocasião do Dia das Crianças, realizam uma campanha de arrecadação de alimentos e brinquedos que serão doados as crianças de um bairro carente de Campo Maior. O objetivo é levar alegria, carinho e solidariedade às crianças proporcionando- lhes um dia inesquecível e plantando em seus corações sementes de paz, amor harmonia e esperança de um mundo melhor em meio a tantas dificuldades.
O projeto já foi realizado em anos anteriores beneficiando os bairros Vila Papi e Nova Califórnia. Esse ano o bairro escolhido foi o Poção II, serão em média 150 crianças das quase 90 famílias do bairro a serem beneficiadas.
Os interessados em colaborar com o projeto poderão ajudar doando alimentos não perecíveis, brinquedos, roupas e em especial livros infantis já que a temática do projeto nessa edição é incentivar a leitura como agente criador e transformador do meio em que vivemos.
As doações poderão ser entregues até o dia 7 de outubro de 2010 na portaria da universidade onde haverá uma caixa para o recolhimento das mesmas ou ainda no Pistolão das Tintas localizado no centro de Campo Maior próximo a Igreja Matriz. O evento será realizado no dia 12 de outubro a partir das 8h da manhã, na escolinha do bairro Poção II. Além da distribuição de brinquedos será servido um café da manhã para as crianças do bairro, que foram antecipadamente registradas no evento, bem como a realização de diversas atividades de lazer entre as crianças.
Para mais informações e voluntários interessados em participar do projeto contate: Tiago no Pistolão das Tintas (9966- 5056), Julianny (9941- 7956/ 8813-3391) ou os acadêmicos do curso de história do bloco 7 no turno da noite.
“ O que se faz agora com as crianças é o que elas farão depois com a sociedade!”
Um pouco sobre a história de Campo Maior
![]() |
| AÇUDE E SERRA GRANDE- CAMPO MAIOR - PI |
Nos primeiros momentos da história do Piauí, nos deparamos com alguns exploradores que aqui estiveram aprisionando índios desbravando e conquistando terras, e apropriando-se destas para montarem suas fazendas. Algo que já é consenso entre historiadores é que estas primeiras fazendas serão mais tarde embriões de vilas e cidades e aqui podemos falar de Bitorocara, fazenda instalada por Bernardo de Carvalho Aguiar, que, segundo o campomaiorense e historiador Pe. Cláudio Melo, teria sido a origem de Campo Maior, embora até hoje não se saiba com precisão o local de instalação daquela fazenda.
Muitos homens figuram na história do Piauí, entre eles conquistadores como Domingo Afonso Mafrense, fundador da fazenda Cabrobó depois Mocha, que deu origem à atual cidade de Oeiras, primeira capital, sendo portanto considerado como o colonizador do Piauí.
Depois dele, muitos outros vieram e também exploraram nossas terras e dizimaram muitos índios existentes nesta região. Isso fez com que o Piauí se tornasse conhecido como o estado que teve todos os seus índios mortos ou expulsos. Nesse contexto destacam-se Bernardo de Carvalho Aguiar e Domingos Jorge Velho, sendo este o bandeirante que entrou para a história por ter chefiado o desmantelamento do Quilombo Palmares.
Muitos homens figuram na história do Piauí, entre eles conquistadores como Domingo Afonso Mafrense, fundador da fazenda Cabrobó depois Mocha, que deu origem à atual cidade de Oeiras, primeira capital, sendo portanto considerado como o colonizador do Piauí.
Depois dele, muitos outros vieram e também exploraram nossas terras e dizimaram muitos índios existentes nesta região. Isso fez com que o Piauí se tornasse conhecido como o estado que teve todos os seus índios mortos ou expulsos. Nesse contexto destacam-se Bernardo de Carvalho Aguiar e Domingos Jorge Velho, sendo este o bandeirante que entrou para a história por ter chefiado o desmantelamento do Quilombo Palmares.
As hoje terras do Piauí estiveram entre os anos de 1635 e 1714 ora sob a jurisdição de Pernambuco, ora da Bahia e em 1715 passaram para a jurisdição do Maranhão por ato régio. Em 1718 com a criação da colônia, ainda sob a jurisdição e dependentes do Maranhão sendo que somente em 1811 passa a ter governo independentes. No livro “O Município no Piau-1761/1961”, seu autor José Patrício Franco faz a seguinte afirmação;
“A influência política e administrativa exercida pelo governo da capitania do Maranhão, além de estovar-lhe o desenvolvimento, a manteve subjugada e sujeita às medidas mais injustas, inclusive de um ato que teve as mais graves repercussões, qual aquele que pretendeu por uma resolução do Ouvidor Mor, Antônio José da Fonseca Lemos, declarar devolutas todas as terras do Piauí que os governadores de Pernambuco e Bahia iam dando a quem as requeria. (p. 20)"
A criação de Fazendas para exploração de terras foi marcante e decisiva para o surgimento de povoações, vilas e cidades. O gado, durante muito tempo, foi a principal fonte de riqueza destas terras, abastecendo de carnes grande parte do Brasil e fazendo muito dos primeiros fazendeiros (quase todos portugueses) ricos e prósperos.
A criação da Vila de Campo Maior se deu através de carta régia em 19 de junho de 1761, já com o atual nome que veio por determinação portuguesa, sendo que sua instalação só aconteceu um ano depois, em 08 de Agosto de 1762, com a presença do primeiro governador do Piauí, João Pereira Caldas.
O dia 28 de dezembro de 1889 é a data em que Campo Maior passa de vila a cidade, pelo decreto nº 01 do primeiro governador republicano do Piauí, Taumaturgo de Azevedo.
Os textos que apresentamos a seguir, “Campo Maior” e “Nossa Pecuária”, de Irmão Turuca e “Retórica de vaqueiro” falam de datas, tempos, homens e riquezas...
A criação de Fazendas para exploração de terras foi marcante e decisiva para o surgimento de povoações, vilas e cidades. O gado, durante muito tempo, foi a principal fonte de riqueza destas terras, abastecendo de carnes grande parte do Brasil e fazendo muito dos primeiros fazendeiros (quase todos portugueses) ricos e prósperos.
A criação da Vila de Campo Maior se deu através de carta régia em 19 de junho de 1761, já com o atual nome que veio por determinação portuguesa, sendo que sua instalação só aconteceu um ano depois, em 08 de Agosto de 1762, com a presença do primeiro governador do Piauí, João Pereira Caldas.
O dia 28 de dezembro de 1889 é a data em que Campo Maior passa de vila a cidade, pelo decreto nº 01 do primeiro governador republicano do Piauí, Taumaturgo de Azevedo.
Os textos que apresentamos a seguir, “Campo Maior” e “Nossa Pecuária”, de Irmão Turuca e “Retórica de vaqueiro” falam de datas, tempos, homens e riquezas...
sexta-feira, 17 de setembro de 2010
HINO DO PIAUÍ ENALTECE ASSASSINO FRIOS E SANGRINOLENTOS
O Hino do Piauí contém um dos mais graves erros históricos cometido pelo poeta Da Costa e Silva, considerado o maior poeta piauiense. Isso, se considerarmos o processo de revisão pelo qual passou a História Oficial, hoje intitulada de Nova História. Leia-se a estrofe em que esse erro é cometido: “Desbravando-te os campos distantes/ Na missão do trabalho e da paz/ A aventura de dois bandeirantes/ A semente da pátria nos traz".
Os dois bandeirantes citados em tal estrofe são Domingos Jorge Velho e Domingos Afonso Mafrense. Estes personagens históricos tiveram uma missão totalmente oposta à de promover o trabalho e a paz. São considerados pelos novos historiadores como os principais exterminadores dos povos indígenas das terras brasileiras. O massacre realizado por ele foi tão cruel que terminou por exterminar, por exemplo, todos os índios do Piauí. Pode-se dizer que os dois foram fixados nas páginas da História do Brasil para sempre, mas como assassinos frios, cruéis e “sangrinolentos”. Domingos Jorge Velho, também, foi o paulista contratado para destruir o Quilombo de Palmares em 1694, localizado em Alagoas: a página mais triste da História do Brasil.
Diz-se, então, que eles promoveram a guerra e não a paz, como está escrito no Hino do Piauí. É essa, pois, a história que deve ser ensinada nas escolas, e não a que é ensinada no Hino piauiense. Enquanto essa estrofe não for retirada do Hino, será motivo de vergonha, de deboche e gozação nas salas de aulas. Nem mesmo uma criança da quarta série infantil vai cair nessa história escrita por Da Costa e Silva, poeta que sempre esteve a serviço de uma literatura que escamoteava a realidade e se propunha em favor de uma ideologia dominante de opressão e discriminação.
Os dois bandeirantes citados em tal estrofe são Domingos Jorge Velho e Domingos Afonso Mafrense. Estes personagens históricos tiveram uma missão totalmente oposta à de promover o trabalho e a paz. São considerados pelos novos historiadores como os principais exterminadores dos povos indígenas das terras brasileiras. O massacre realizado por ele foi tão cruel que terminou por exterminar, por exemplo, todos os índios do Piauí. Pode-se dizer que os dois foram fixados nas páginas da História do Brasil para sempre, mas como assassinos frios, cruéis e “sangrinolentos”. Domingos Jorge Velho, também, foi o paulista contratado para destruir o Quilombo de Palmares em 1694, localizado em Alagoas: a página mais triste da História do Brasil.
Diz-se, então, que eles promoveram a guerra e não a paz, como está escrito no Hino do Piauí. É essa, pois, a história que deve ser ensinada nas escolas, e não a que é ensinada no Hino piauiense. Enquanto essa estrofe não for retirada do Hino, será motivo de vergonha, de deboche e gozação nas salas de aulas. Nem mesmo uma criança da quarta série infantil vai cair nessa história escrita por Da Costa e Silva, poeta que sempre esteve a serviço de uma literatura que escamoteava a realidade e se propunha em favor de uma ideologia dominante de opressão e discriminação.
quinta-feira, 16 de setembro de 2010
SE ALGUEM TE PERGUNTAR: DIGA QUE VALEU...
Tudo o que fazemos na vida, faz sentido. nada acontece por acaso, entao se algun babaca disser que você errou pergunte quem é ele para saber o que é o certo e o errado. Engraçado é que os mesmos que nos condenam sao os que mais age de maneira imoral. Mas o que é mesmo uma coisa imoral? Vai saber...
Vivemos num mundo cheio de regras onde os próprios que as criam sao os mesmo que as quebram....
Então o BOM DA VIDA DA VIDA É SE SUJAR!
Assinar:
Postagens (Atom)






